Uma aventura na escola
No capítulo quinze, achei que a velha era má e assustadora.
Tinha uma verruga e parecia ter cara de má. Era feia, má, assustadora, esquisita...
Parecia mesmo a assaltante e também parecia que queria fazer mal ao Rui.
No capítulo dezasseis, percebi que a velha só era assustadora por fora, pois tratou bem o Rui e os amigos.
Ela era muito amiga, solitária, sem família e afinal não era a assaltante. Trabalhava muito a fazer e entregar tartes e bolos para ganhar mais dinheiro. Cortava a rede da escola para passar mais rápido para o outro lado.
A D. Rosa despertou-me os seguintes sentimentos: felicidade (porque foi amiga do Rui), tristeza (por viver sozinha) e amizade (por ser amiga).
No capítulo quinze, achei que a velha era má e assustadora.
Tinha uma verruga e parecia ter cara de má. Era feia, má, assustadora, esquisita...
Parecia mesmo a assaltante e também parecia que queria fazer mal ao Rui.
No capítulo dezasseis, percebi que a velha só era assustadora por fora, pois tratou bem o Rui e os amigos.
Ela era muito amiga, solitária, sem família e afinal não era a assaltante. Trabalhava muito a fazer e entregar tartes e bolos para ganhar mais dinheiro. Cortava a rede da escola para passar mais rápido para o outro lado.
A D. Rosa despertou-me os seguintes sentimentos: felicidade (porque foi amiga do Rui), tristeza (por viver sozinha) e amizade (por ser amiga).
Moral da história: Nem tudo o que parece é...
Diogo
Sem comentários:
Enviar um comentário